Avaliação da Toxicidade Crônica de Piraclostrobin, Epoxiconazol e sua Mistura em Daphnia similis

Autores

  • Elizabeth Biagioni Prestes Laboratório de Ecotoxicologia e Biossegurança, EMBRAPA Meio Ambiente, Jaguariúna, SP, Brazil
  • Claudio Martín Jonsson Laboratório de Ecotoxicologia e Biossegurança, EMBRAPA Meio Ambiente, Jaguariúna, SP, Brazil
  • Vera Lúcia S. S. Castro Laboratório de Ecotoxicologia e Biossegurança, EMBRAPA Meio Ambiente, Jaguariúna, SP, Brazil
  • Carolina Costa Mota Paraíba Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.016

Palavras-chave:

Daphnia similis, epoxiconazol, piraclostrobin, toxicidade

Resumo

O presente trabalho avaliou o efeito toxicológico de formulações fungicidas à base de piraclostrobin e epoxiconazol, isoladamente e em formulação conjugada sobre Daphnia similis por 21 dias, através da determinação da Concentração de Efeito Não Observado (CENO) de cada uma das formulações. Em relação à mortalidade de D. similis, foram encontrados valores CENO de 0,098 μg L-1 para a formulação à base de piraclostrobin; 1,324 μg L-1 para a formulação à base de epoxiconazol e 0,341 μg L-1 para a formulação conjugada. Em relação à alteração na relação neonatos/adulto foram encontrados valores CENO de 0,579 μg L-1 para a formulação à base de piraclostrobin; 3,599 μg L-1 para a formulação à base de epoxiconazol e 0,623 μg L-1 para a formulação conjugada. Das três formulações utilizadas, o piraclostrobin isoladamente mostrou-se o mais tóxico para os organismos estudados.

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Publicado

2013-06-19

Como Citar

Prestes, E. B., Jonsson, C. M., Castro, V. L. S. S., & Paraíba, C. C. M. (2013). Avaliação da Toxicidade Crônica de Piraclostrobin, Epoxiconazol e sua Mistura em Daphnia similis. Ecotoxicology and Environmental Contamination, 8(1), 113–117. https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.016

Edição

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