Atividade da Acetilcolinesterase Após Exposição de Peixes a Cloreto de Mercúrio e Metilmercúrio

Autores

  • Taise Bomfim de Jesus Programa de Pós-Graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, BA, Brazil
  • J. S. Colombi Laboratório de Ciências Ambientais, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes, RJ, Brazil
  • C. A. O. Ribeiro Laboratório de Toxicologia Celular, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, PR, Brazil
  • H. C. S. de Assis Laboratório de Toxicologia Ambiental, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, PR, Brazil
  • C. E. V. de Carvalho Laboratório de Ciências Ambientais, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes, RJ, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.022

Palavras-chave:

Mercúrio, Peixe, Biomarcadores , Acetilcolinesterase

Resumo

No presente estudo, uma injecção intraperitoneal contendo a mesma concentração de MeHg HgCl2 foi administrado em Hoplias malabaricusa após 96 horas os peixes foram anestesiados e amostras de tecido muscular foram retirados. Inibição da atividade da colinesterase (CHE) foi observada no músculo do peixe exposto a MeHg, em comparação com o controle. O presente trabalho demonstra que Che é um biomarcador eficaz em peixes expostos através de injecção intraperitoneal com a forma orgânica de mercúrio.

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Publicado

2013-06-19

Como Citar

de Jesus, T. B., Colombi, J. S., Ribeiro, C. A. O., de Assis, H. C. S., & de Carvalho, C. E. V. (2013). Atividade da Acetilcolinesterase Após Exposição de Peixes a Cloreto de Mercúrio e Metilmercúrio. Ecotoxicology and Environmental Contamination, 8(1), 147–148. https://doi.org/10.5132/eec.2013.01.022

Edição

Seção

Short Communication

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